1 de janeiro de 2009

30/09/2009
Abaixo Assinado





08/06/2009
Abaixo Assinado.

15/05/08
Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento 2008:a gente apóia essa idéia!
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS
Tudo pode esperar, menos o contato pele a pele!De 12 a 18 de maio diversos países estarão comemorando a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (SMRN). Para marcar a data no Brasil, a Rede Parto do Princípio (http://www.partodoprincipio.com.br/) realiza uma exposição nacional com fotos em preto e branco de mulheres brasileiras no momento do nascimento de seus filhos. A exposição acontece simultaneamente em várias cidades do país e tem como objetivo incentivar o vínculo afetivo entre mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Em alguns municípios a exposição começa mais cedo, em comemoração ao Dia das Mães e estende-se por mais tempo.
A Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (http://www.smar.info/), iniciativa da Associação Francófona pelo Parto Respeitoso ("Alliance Francophone pour l'Accouchement Respecté" - http://www.afar.info/) é celebrada anualmente, desde 2004, durante o mês de maio em diversos países.Este ano, a campanha aborda "A inutilidade da separação da mãe e/ou pai do bebê" com o slogan "O bebê é nosso !".
A Parto do Princípio é uma rede de mulheres, consumidoras e usuárias do sistema de saúde brasileiro, que oferece informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Conta hoje com mais de 250 pessoas trabalhando voluntariamente, em 16 estados e no Distrito Federal, na divulgação dos benefícios do parto ativo.
Para a Parto do Princípio, a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento é uma ocasião para reafirmar publicamente que a reprodução humana é um fato social em primeiro lugar; que a mudança é possível e que nunca é tarde para que os profissionais e os estabelecimentos médicos revejam suas práticas.
Efeitos prejudiciais da separação:
o Risco de queda de temperatura e outros riscos associados
o Aumento de stresso Maior probabilidade de fracasso no aleitamento materno
o Dificuldade para estabelecer o vínculo afetivo
o Aumento do risco de que mãe padeça da síndrome do stress pós-traumático
o Contato com bactérias diferentes das da mãe
o Infecções por iatrogenia
A separação da mãe e do bebê não apenas impede que se percebam os benefícios originários do contato, da amamentação precoce e do corte tardio do cordão umbilical, também permite que os bebês sejam expostos a novos riscos e danos. É difícil aceitar que mesmo com estas informações a separação continue ocorrendo apenas por motivos de organização hospitalar.
Não separar significa:
Não cortar o cordão umbilical até que ele deixe de pulsar. A placenta continua enviando sangue, rico em oxigênio, para o bebê, além de outros nutrientes, facilitando o início da respiração pulmonar.
Que o bebê seja posto imediatamente em contato pele a pele com sua mãe e permaneça assim durante horas, sem interrupção. O colo da mãe proporciona todo o calor que o bebê necessita, além de numerosos benefícios.
Facilitar o início do aleitamento materno. Deve-se proporcionar à mãe a intimidade necessária para que o bebê mame nas primeiras horas de vida por si mesmo. É importante observar que estas três indicações são determinantes para garantir a saúde do recém-nascido a curto e longo prazo e são aconselhadas pela Organização Mundial de Saúde com base em estudos científicos.
Não separar significa também respeitar a intimidade do momento, não interromper o fluxo de hormônios que se produz, não romper a dança amorosa do ser que acaba de nascer e sua mãe, e permitir o começo de uma relação mágica. Tudo isto converte-se em um nascimento mais seguro.
Entretanto, são muitos os hospitais onde é rotina a separação de todos os recém-nascidos de suas mães. Sem dúvida, o melhor quando um bebê nasce é colocá-lo sobre o colo de sua mãe, observá-lo e identificá-lo, sem os separar. O resto pode esperar.
Existem muito poucas situações que impeçam um bebê de estar em contato direto com sua mãe depois do nascimento e, em casos extremos, o bebê tem direito de estar com seus pais, incluindo quando são levados a outro hospital. A presença próxima de seus pais beneficia enormemente a evolução física e emocional das crianças.
É importante que os pais reclamem os direitos de seus filhos para que os hospitais e profissionais atualizem suas práticas. Com isso, conseguiremos um tratamento mais seguro e uma melhor assistência todos.

0 comentários: