22 de novembro de 2009

Sobre o Grupo:
A finalidade do Grupo é aproximar mulheres que já passaram ou estão passando pela gestação e amamentação e que procuram apoio e informação sobre esta nova fase de suas vidas.

Os assuntos abordados são:
- Desenvolvimento da gestação, seus aspectos físicos, sociais, emocionais e psicológicos;
- O sistema obstétrico no Brasil e no mundo;
- Tipos de parto e como decidir e planejar o nascimento do bebê;
- O trabalho de parto;
- Rotinas e procedimentos hospitalares;
- Primeiros dias após o nascimento e
- Amamentação.

Os encontros são informais: um bate papo entre os participantes, mediado por mim (doula e educadora perinatal) e incrementado com vídeos, indicação de leitura, relaxamento e eventualmente a participação de outros profissionais.

- Quando?
Segunda 5ª feira, do mês, às 19h. - previsão de término 21:15h.
Para saber o tema do próximo encontro, consulte a nossa agenda!

- Onde?
Fisioterapia Eliz
Rua Néo Alves Martins, 787
Zona 03 - Maringá - PR

-Como participar?
Confirme presença através dos telefones (44) 3025-3219 e (44) 9927-7298 ou por email: Pati Merlin

Os encontros são gratuitos!

12 de novembro de 2009

Encontro - "Nascendo no Brasil", filme e debate.

O encontro de hoje contou com a participação das irmãs Patricia e Valéria, barrigudas e empolgadas com a gravidez e o parto. A Patricia está com 38 semanas, só esperando o Theodoro dar sinais de que quer nascer... na verdade ela já tem pródromos (contrações de ensaio).
Também conhecemos o casal Felipe e Liana, grávidos do David e em busca de assistência humanizada aqui em Maringá. Além deles, participaram do encontro a Adriana, tentante e frequentadora fiel, Eliz, Renata e Pata.
O filme é ótimo para expôr a verdadeira face da obstetrícia brasileira e claro, deu muita conversa.
A Patricia ganhou um par de conchas da John Peter, por ser a gestante em idade gestacional mais avançada.
Esquecemos de tirar fotos de novo!

1 de janeiro de 2009

30/09/2009
Abaixo Assinado





08/06/2009
Abaixo Assinado.

15/05/08
Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento 2008:a gente apóia essa idéia!
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS
Tudo pode esperar, menos o contato pele a pele!De 12 a 18 de maio diversos países estarão comemorando a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (SMRN). Para marcar a data no Brasil, a Rede Parto do Princípio (http://www.partodoprincipio.com.br/) realiza uma exposição nacional com fotos em preto e branco de mulheres brasileiras no momento do nascimento de seus filhos. A exposição acontece simultaneamente em várias cidades do país e tem como objetivo incentivar o vínculo afetivo entre mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Em alguns municípios a exposição começa mais cedo, em comemoração ao Dia das Mães e estende-se por mais tempo.
A Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (http://www.smar.info/), iniciativa da Associação Francófona pelo Parto Respeitoso ("Alliance Francophone pour l'Accouchement Respecté" - http://www.afar.info/) é celebrada anualmente, desde 2004, durante o mês de maio em diversos países.Este ano, a campanha aborda "A inutilidade da separação da mãe e/ou pai do bebê" com o slogan "O bebê é nosso !".
A Parto do Princípio é uma rede de mulheres, consumidoras e usuárias do sistema de saúde brasileiro, que oferece informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Conta hoje com mais de 250 pessoas trabalhando voluntariamente, em 16 estados e no Distrito Federal, na divulgação dos benefícios do parto ativo.
Para a Parto do Princípio, a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento é uma ocasião para reafirmar publicamente que a reprodução humana é um fato social em primeiro lugar; que a mudança é possível e que nunca é tarde para que os profissionais e os estabelecimentos médicos revejam suas práticas.
Efeitos prejudiciais da separação:
o Risco de queda de temperatura e outros riscos associados
o Aumento de stresso Maior probabilidade de fracasso no aleitamento materno
o Dificuldade para estabelecer o vínculo afetivo
o Aumento do risco de que mãe padeça da síndrome do stress pós-traumático
o Contato com bactérias diferentes das da mãe
o Infecções por iatrogenia
A separação da mãe e do bebê não apenas impede que se percebam os benefícios originários do contato, da amamentação precoce e do corte tardio do cordão umbilical, também permite que os bebês sejam expostos a novos riscos e danos. É difícil aceitar que mesmo com estas informações a separação continue ocorrendo apenas por motivos de organização hospitalar.
Não separar significa:
Não cortar o cordão umbilical até que ele deixe de pulsar. A placenta continua enviando sangue, rico em oxigênio, para o bebê, além de outros nutrientes, facilitando o início da respiração pulmonar.
Que o bebê seja posto imediatamente em contato pele a pele com sua mãe e permaneça assim durante horas, sem interrupção. O colo da mãe proporciona todo o calor que o bebê necessita, além de numerosos benefícios.
Facilitar o início do aleitamento materno. Deve-se proporcionar à mãe a intimidade necessária para que o bebê mame nas primeiras horas de vida por si mesmo. É importante observar que estas três indicações são determinantes para garantir a saúde do recém-nascido a curto e longo prazo e são aconselhadas pela Organização Mundial de Saúde com base em estudos científicos.
Não separar significa também respeitar a intimidade do momento, não interromper o fluxo de hormônios que se produz, não romper a dança amorosa do ser que acaba de nascer e sua mãe, e permitir o começo de uma relação mágica. Tudo isto converte-se em um nascimento mais seguro.
Entretanto, são muitos os hospitais onde é rotina a separação de todos os recém-nascidos de suas mães. Sem dúvida, o melhor quando um bebê nasce é colocá-lo sobre o colo de sua mãe, observá-lo e identificá-lo, sem os separar. O resto pode esperar.
Existem muito poucas situações que impeçam um bebê de estar em contato direto com sua mãe depois do nascimento e, em casos extremos, o bebê tem direito de estar com seus pais, incluindo quando são levados a outro hospital. A presença próxima de seus pais beneficia enormemente a evolução física e emocional das crianças.
É importante que os pais reclamem os direitos de seus filhos para que os hospitais e profissionais atualizem suas práticas. Com isso, conseguiremos um tratamento mais seguro e uma melhor assistência todos.

Parceiros.

Acreditaram nesta idéia:

Fisioterapia Eliz.

Eliz é fisioterapeuta e cedeu gentilmente o espaço para realização dos nossos encontros.

Pão Brasil Panificadora.
A Pão Brasil oferece deliciosos quitutes para que os encontros deixem um gostinho de quero mais...


Grupo JohnPetter.

A John Petter fabrica conchas e sondas para amamentação. Mensalmente dôa material para ser usado nos nossos encontros e/ou distribuídos para as gestantes.

Agenda.

Aqui você fica sabendo quando será nosso próximo encontro e qual será o tema abordado.

Próximo encontro:

12/11/09
5ª feira, às 19h - previsão de término: 21:15h
Filme: Nascendo no Brasil.
Discussão sobre o flme.


Os encontros são divididos por módulos e inicialmente devem se desenvolver da seguinte forma:

Módulo I
Introdução
- Apresentação do Grupo
- O que é Humanização?

data prevista 10/09/09

Módulo II
Filme: Mulheres Brasileiras rejeitam Obstetricia Tradicional

data prevista 08/10/09

Módulo III
Filme: Nascendo no Brasil.
Discussão sobre o flme.

data prevista 12/11/09

Módulo IV
Gravidez
- Mudanças Físicas e psicológicas
- Exames de rotinas
-Desenvolvimento do feto

data prevista 10/12/09

Módulo V
Gravidez
- Desconfortos na gestação
- Ùltimos dias
- Mitos na gestação

data prevista 14/01/09

Módulo VI
Trabalho de parto
- Pródromos e sinais
- Fisiologia

data prevista 11/02/09

Módulo VII
Parto
- Tipos de parto
- Mitos no parto
- Indução
- Analgesia

data prevista 11/03/09

Módulo VIII
Parto
- A dor do parto
- Medo do parto
- Cesárea

data prevista 08/04/10

Módulo IX
Parto
- Intervenções
- Recomendações da OMS

data prevista 13/05/10

Módulo X
- Direitos da gestante
- Plano de Parto

data prevista 10/06/10

Módulo XI
- Direito ao acompanhante
- Doula

data prevista 08/07/10

Módulo XII
O Recém Nascido
- Procedimentos de rotina
- Primeiros dias

data prevista 10/08/10

Módulo XIII
Bebê
- Amamentação
- Sling
- Maternagem

data prevista 08/09/10
20/08/09
Nasceu Bruno, filho de Gizele e Angelo.
Bruno nasceu por volta das 13h, através de uma cesárea após longo trabalho de parto.
Gizele ficou em TP latente por dois dias, precisou de uma condução medicamentosa, mas devido ao mal posicionamento do bebê, evoluiu para um edema de bexiga sem progressão do trabalho de parto.
Apesar do desfecho, Bruno nasceu bem, chorando forte e os pais ficaram imensamente felizes com a chegada do mestiço mais lindo de Terra Roxa.


16/05/09
Nasceu Fernanda, filha da Marieli e do Alex.
Parto normal hospitar, na presença do marido.

13/04/09
Nasceu Pedro, filho de Eva e Neo.
Foi na Casa de Parto de Sapopemba/SP, não houve intervenção, nem laceração.Pesou 3.615 kg e mediu 51 cm.Apgar 9/10.ps. Eva vive em SP, mas pretendia ter seu bebê em uma cidadezinha do Paraná, por isso participa da lista Gesta Paraná.



09/01/09
Nasceu Iara - filha de Ana Carolina e André.
Acompanhamento rápido. Mal cheguei em Londrina e já fomos para a maternidade. Ana Carol comportou-se lindamente e após algumas tentativas de posicionar-se na cama para o parto, decidiu dar uma caminhada e acocorar. Iara nasceu num colchão, no chão do quarto. A mãe observando tudo através de um espelho e o pai dando suporte por trás. Coisa linda!


01/01/09
Nasceu Vicente, filho da Marisse e do Marco.
Vicente nasceu no primeiro dia do ano, às 23:28h, de cesárea após TP na tentativa de um VAB2C (parto depois de duas cesáreas).O TP foi lindo e cheiroso, intimista e divertido.
Marisse estava tranquila e acompanhada do marido, da doula e de uma amiga encantada.
Infelizmente a dilatação não progrediu e o Vicente apresentou variação no caridiotoco, mudando os planos da equipe e da família.
Ele é lindo, polaco, parecido com a irmã e deixou os irmãos mais velhos babando com o que chamaram de "nosso queixinho"...rs



19/11/08
Nasceu Rafael, filho da Renata e do Fábio.
Trabalho de parto rápido, nascimento "the flash!"...
Renata me ligou às 4h da manhã, contrações de 3 em 3cm, mas lidáveis.
Ás 7h, ligou já da maternidade, com 7cm.
30 min depois eu já estava com ela e foi o tempo de ir andando até o quarto, tirar a roupa, ajoelhar na cama e em duas contrações, nasceu Rafael! Antes das 8h!
Ele pesou 3.470gr e não vimos quanto mediu. Chorou pouco enquanto esteve no berçário, tirou até uns cochilinhos...
Houve aspiração de mecônio, por isso o Rafa ficou em observação.
A Renata teve laceração de 1º grau.
Apesar dos imprevistos, ambos estão bem.



11/10/08
Nasceu Beatriz, filha da Solange.
Bom, pelo visto a Solange estava mesmo com muitas contrações, por que ela escreveu um email pro grupo às 17:19h e a Beatriz nasceu às 1:30h da madrugada! Solange teve o tão sonhado parto normal, na Santa Casa. Beatriz nasceu com 2.700gr e algo entre 43 e 47 cm (os pais não entram em acordo...rs). A mãe da Solange acabou de me ligar pra contar a novidade, mas eu não sei maiores detalhes! Parabéns Solange! Fiquei tão feliz quando sua mãe contou, que senti um arrepio correr pelo corpo e até esqueci de perguntar se ela estava mamando, o tamanho ao nascer, etc... Tive que ligar de volta pra ela... rs



24/07/08
Nasceu Luiza, filha da Pati Merlin e do Carlos.
Luiza nasceu às 20:25h, num parto domiciliar intenso, sem intervenções e sem lacerações!
Pedro assistiu o nascimento da irmã, o pai Caco participou ativamente, Luiza nasceu bem, rosada e mamou imediatamente!
Todos estão muito felizes, inclusive a doula que vos escreve do email alheio!
Beijocas, Rebeca.



15/07/08
Nasceu Vicente, filho da Paty e do Marlon.
Como já postado na lista, o Vicente nasceu ontem de um lindo VBAC domiciliar!
Foi um TP de aproximadamente 16 horas. Intenso parece que passei por dois – este e o da Bea que não pude vivenciar. Entrei em transe. Cansei muito e cheguei inclusive a dormir entre as contrações e puxos.
Vou escrever o relato quando tiver um tempinho, bem como agradecer cada e-mail recebido individualmente. Foi muito importante recebê-los, me deu muita força.
Agradeço a todos os envolvidos no processo, pois sem cada um deles a realização deste sonho não seria possível.
Estou com a alma lavada.
Beijos a todas.
Paty Bortolotto
doula e participante da lista de discussão GestaParaná, mora em Curitiba.



11/07/08
Nasceu Isabela, filha de Carla e Bruno.
Linda, lépida e faceira! Direto da barriga para o peito da mamãe. Sem qualquer intervenção.
Felicitas e Paty Bortolotto acompanharam.
Não sabemos peso e tampouco altura, pois não foi pesada e medida.

Não sei maiores detalhes, só recebi um torpedo da Carla dizendo: Isabela nos braços!
Demorei 5 segundos pra entender (pq não estava assinado) e depois caí na risada!

Carla é participante da lista de discussão GestaParaná e mora em Curitiba.

16/06/08
Nasceu Caio, filho da Kelly e do Clésio.
Caio nasceu às 00:25h (mais ou menos...rs) do dia 16/06, após TP relativamente tranquilo e um longo expulsivo.
O parto foi como planejado pelos pais: na água, em penumbra, no quarto do hospital. Um clima de total respeito e intimidade.
A vó coruja filmou algumas partes do TP e o nascimento, fotografou, corujou e incentivou demais, à toda equipe.
Kelly e Caio logo sairam da água para os primeiros cuidados (tava muito frio) e para amamentar. O pequeno mamou com gosto, apesar de todo o esforço do nascimento.
Os pais passaram a primeira noite na maternidade, babando no pequeno cabeludo...
É provável que tenham alta ainda hoje...


13/05/08
Nasceu Ana Luisa, filha de Edilaine e Charles, irmã mais nova de Lara.
Aos 48 do segundo tempo, no dia em que completava 42 semanas, após quase 4 dias entre pródromos e contrações noturnas regulares e intesas.
Ana Luisa e Edilaine precisaram de uma ajudinha, foi usada ocitocina para condução, por menos de 1 hora até que a mãe estivesse pronta para parir. Foram 7cm de uma vez!
Ela nasceu no leito, diante dos olhares ansiosos, cuidadosos, surpresos, maravilhados (rs) da mãe, do pai e da doula. A equipe não estava presente.
Foi diretamente para o colo da mãe, chorou e mamou. E de lá só saiu no colo do pai, para ser medida.
A família está feliz e aguardando alta para hoje.


30/01/08
Nasceu Yohan, filho de Talita e Gabriel.
Parto domiciliar, no sitio, com parteira.



06/08/08
Nasceu Júlia, filha de Renata e Washington.

Cesárea eletiva.


24/08/07
Nasceu Matheus - filho de Thais e Tiago.
Parto Normal no HUM.

03/07/07
Nasceu João Pedro - filho de Fabiana e Eduardo.
Parto natural hospitalar, rápido, fácil e quase indolor.

04/06/07
Nasceu Sara - filha de Valéria e Robinson.
Cesárea Intraparto.

11/05/07
Nasceu Ádria - filha de Juliana e Adriano.
Cesárea intraparto, dois longos dias em trabalho de parto.

08/05/07
Nasceu Leonardo - filho de Karen e Rafael.
Hoje às 20:35h, de parto normal hospitalar, pesando 4.150gr e medindo 52,5cm.
Léo chorou no colo da sua mãe, ainda na sala de parto e continuou mostrando ao mundo à que veio: enquanto não lhe ofereceram o seio da mãe, ele não sossegou! E imediatamente soube o que fazer, sugou vigorosamente o colostro.
O casal está bem, muito feliz com o presente adiantado de dia das mães e encantado com os possíveis olhos azuis de Léo.

07/03/07
Nasceu Mikael - filho de Magridit e Michel.
Parto normal, na presença do pai, Maternidade Municipal de Londrina.


09/02/07
Nasceu Mateus, filho da Tânia e do Bóris, irmão mais novo do Daniel.
Pesando cerca de 3.600gr, não sabemos quantos centímetros.

A Tânia foi para a consulta com o GO pela manhã e estava resolvida a marcar a cesárea, sendo assim o GO preferiu realizar a cirurgia na mesma tarde.
Fizeram exames que apontaram estar tudo bem com ela e o bebê.

Mateus nasceu com dificulade para respirar e foi levado para a UTI, onde permanece até agora. Segundo os exames já realizados, ele está bem, tem apensa uma forte icterícia.

A Tânia também está bem (agora que está tudo bem), feliz, falante e segura de que fez as melhores escolhas para o seu bebê.

Eu soube disso tudo pela própria Tânia, por que hoje é meu dia de voluntariado na maternidade onde ela está, então fui lá no quarto dar uma espiadinha.
Não vi o Mateus, mas ela garante que ele é lindo!

26/12/06
Nasceu Letícia, filha da Solange.
Às 0:30h do dia, com 37 semanas, pesando 2.390gr, através de uma cesárea.


24/12/06
Nasceu Júlia, filha da Virgínia.
Não tenho muitos dados do nascimento, por que conheci a mulher na hora e fui dispensada antes que todos escolhessem fazer uma cesárea.


30/10/06
Nasceu Miguel, filho da Renata e do Fábio.
Miguel, filho de Renata e Fábio, nasceu nesta segunda-feira, dia 30/10, às 3:52h.
O parto foi realizado no leito e ela pôde contar com a presença do marido e da doula, além do atendimento atencioso do GO e da pediatra.
Ele foi direto para o colo da mãe e permeneceu com ela por cerca de 30 minutos.
Miguel é loiro, um polaquinho lindo e muito bravo!
Os dois estão bem e é provável que recebam alta em 24 horas.


07/10/06
Nasceu Luis, filho da Jacqueline e do Luizão.
Nasceu, de parto normal hospitalar, com analgesia e uso de vácuo extrator.
Apresentou Apgar baixo e foi lavado pra UTI, onde permaneceu por pouco tempo.
(Não lembro maiores detalhes, pois esta nota foi escrita quase dois anos depois, quando da republicação do blog).


25/08/06
Nasceu Marina, filha de Marisse e Marcos.
Nasceu na madrugada de quinta - feira (25/08), de cesárea após TP, Marina, filha de Marisse e Marcos.
Apgar 10/10, pesando 2.990gr e medindo 47cm, foi direto ao peito da mãe, onde mamou (mamou MESMO!) por 10 minutos.
Em seguida, foi com o pai para o berçário e não saiu mais de perto dele...
As duas estão bem.


26/07/06
Nasceu Isadora, filha de Júlia e Osmar.
Parto natural hospitalar, no leito.


29/06/06
Primeiro nascimento de bebê do Grupo Gesta Maringá, primeiro acompanhamento particular como doula.
Nascimento do Loup, filho de Emma e David.
Londrina - PR
Nasceu hoje as 9:45h da manhã (aproximadamente), de parto natural, o filho mais novo do casal Pot! Pesando cerca de 4 quilos (4.130gr depois de mamar muito) e medindo 54cm.
Mãe e bebê estão bem, o pai está muito coruja!

Imprensa.

17/05/09
Matéria sobre a PP no "O Diário Maringá".

Por uma nova forma de gerar!
A preferência deve ser pelo parto normal. Cesárea é um procedimento a ser adotado quando não há outra opção.

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/217254
Elaine Utsunomiya
Utsunomiyaelaine@odiariomaringa.com.br

Os avanços tecnológicos que permitem a realização de cirurgias cada vez mais precisas dão a falsa sensação de que a cesárea é um procedimento sem qualquer risco.

A comodidade de poder escolher o dia do parto, o medo da dor e os muitos mitos infundados que assombram as gestantes levam as mulheres a descartar a forma mais natural de dar à luz.

O que as gestantes ignoram é que a cesárea, como qualquer intervenção cirúrgica de porte semelhante implica em uma série de riscos tanto para as mães, os bebês e em futuras gestações. É essa a tônica da Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento 2009, que terminou na última sexta-feira e teve como slogan “Diga não à cesárea desnecessária!”.

Em Maringá, a semana - que terminou no sábado - foi marcada por uma exposição de fotos de mulheres da cidade e região no momento do nascimento dos filhos, por meio de parto normal ou ativo.“Felizmente a cesárea existe, mas deveria ser um recurso utilizado apenas nos casos indicados, como por exemplo, em havendo risco de vida à mãe ou ao bebê, sendo uma exceção e não uma regra”, diz a doula Patrícia Merlin, coordenadora da exposição e integrante da Rede Parto do Princípio, que promoveu exposições simultaneamente em várias cidades brasileiras, para estimular a amentação na primeira hora de vida, o parto humanizado e o fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho.

“É uma ilusão achar que só o parto normal é dolorido. O parto cirúrgico também provoca dor”, diz a doula Patrícia Merlin, mãe de Pedro, 5, que nasceu por meio de cesárea e de Luiza, 10 meses, parto natural.

Segundo ela, que também coordenou a exposição de fotos em alusão à Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, quando o parto transcorre sem complicações, a mulher vivencia uma das experiências mais profundas e plenas da vida e o vínculo com o bebê se consolida mais facilmente.“Logo que a Luiza nasceu, eu a acolhi sob os braços e olhei para o rostinho dela. Isso fortalece o vínculo. Com o Pedro foi a mesma coisa, mas nem todas as mães submetidas à cesárea e que ganham o filho no hospital tem essa oportunidade, pois os bebês são levados pelo pediatra”.
Além dos riscos do parto cirúrgico (veja mais no quadro ao lado), Patrícia destaca a diferença entre o tempo de recuperação dos procedimentos. “No parto ativo eu já caminhava no dia seguinte e na cesárea, ainda sentia dores (nos locais dos pontos) um, dois meses após a cirurgia”.
Mais do que retomar a rotina mais cedo ou poder abraçar e dar de mamar ao bebê, logo após o nascimento, o parto humanizado - que é preconizado pela Rede Parto do Princípio - é dar liberdade de escolha.“É preciso levar informações para as gestantes decidirem onde ter o bebê, qual acompanhante quer ao lado na hora do trabalho de parto e no parto, liberdade de movimentação antes do parto e em que posição é melhor na hora do nascimento”, finaliza.

Saiba mais
Parto do Princípio é uma rede de mulheres, consumidoras e usuárias do sistema de saúde brasileiro, que oferece informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Conta hoje com mais de 300 pessoas trabalhando voluntariamente, em 16 Estados e no Distrito Federal, na divulgação dos benefícios do parto ativo.

Em Maringá, o trabalho é coordenado por Patrícia Merlin. Ela procura um espaço para a realização de reuniões quinzenais ou semanais para orientar gratuitamente mulheres que pretendem engravidar ou estão grávidas sobre os benefícios do parto natural.

Mais informações: patimerlin@partodoprincipio.com.br.

Normal X Cesárea
* Riscos da cesárea para a mãe: maior risco de morte materna em decorrência da cirurgia (2,8% maior na cesariana eletiva - realizadas antes do trabalho de parto - quando comparada ao normal). Maior chance de desenvolver infecção e depressão pós-parto.
* Riscos da cesárea para o bebê: contato tardio com a mãe, maior probabilidade de desenvolver asma, bem como de fracasso no aleitamento materno.
* Riscos da cesárea para gestações futuras: aumento da taxa de infertilidade, maior possibilidade de ruptura uterina e descolamento da placenta.
* O que se critica não é o método em si, mas o uso indiscriminado.
* A princípio, a cesariana é indicada para todos os casos em que o parto normal represente um risco para o bebê ou para a mãe.
* Os benefícios do parto normal são inúmeros, tanto para a mãe como para o bebê. Vão desde a uma melhor recuperação da mulher e redução dos riscos de infecção hospitalar até a uma incidência menor de desconforto respiratório do bebê - sem contar que as despesas são menores, por conta do tempo de internação.
* No Brasil, existe o mito de que após a realização de uma cesárea as mulheres não podem ter um parto normal. Isso ocorre pela falta de informação, tanto das gestantes quanto de profissionais de saúde não treinados para acompanhar um parto normal em mulheres que já tenham passado por essa cirurgia.
* 79,7% dos partos no setor privado são cesarianas. Já no setor público, a taxa é menor, de 27,5%, ainda assim, o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo dados do Ministério da Saúde.



11/05/09
Semana Mundial pelo respeito ao Nascimento.

Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, uma Iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) desde 2004 .

Este ano o tema abordado será “O aumento das taxas de cesáreas no mundo”, e o slogan original da Parto do Princípio não poderia ser mais adequado: “Pelo fim das cesáreas desnecessárias, por uma nova forma de gestar, parir e nascer”.

A exposição visa incentivar a escolha segura e consciente da via de parto, preservando o vínculo afetivo mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Além de cerca de 30 fotos e seus cartões explicitando os mitos que rondam o parto em questão e que seriam motivo para uma cesárea possivelmente mal indicada , usaremos banners para divulgar a Rede, expôr os riscos da cesárea para mãe e o bebê e atentar para altas taxas de cesárea nos hospitais brasileiros.

Local: Hall da Cliniprev - Rua Vereador Primo Monteschio, 460 / Zona 02 / Maringá / PR

Data: 11 à 16 de maio de 2009

Horário: durante o funcionamento da clínica

Obs. A exposição acontecerá simultaneamente em várias cidades.



12/12/08
Você trocaria a fralda descartável, por lindas fralda de pano?

A Revista Personare acabou de entrar no ar e nós fazemos parte da primeira edição.
Aqui está o link da matéria com o meu depoimento:
http://www.personare.com.br/revista/materia/15/nos-testamos-fraldas-ecologicas/1



16/09/08
Entre contrações e lágrimas, nasceram mil maringaenses.

Estatística de 2007 mostra que de 4 mil nascimentos em Maringá, 25% foram normais; meta de Grupo de Trabalho Humanizado é que o uso da cesariana diminua na cidade.

Às 20h25, do dia 24 de julho, a educadora perinatal (orientadora na preparação para o parto, pós-parto e amamentação) Patrícia Merlin, 31 anos, dava à luz a pequena Luiza, depois de três dias do início das contrações e sete horas que pareciam intermináveis de trabalho de parto ativo.


Ela fez questão de "ganhar" a filha, a segunda, na segurança do lar - ressalte-se que houve planejamento e assistência de profissionais - da forma mais natural possível, o parto normal, uma vez que não havia contra-indicação médica. "Consegui realizar um sonho, mas doeu muito e foi difícil. Por isso se chama trabalho de parto", diz a mãe, antes de fazer a ressalva. "Porém, não é nada que a gente não consiga suportar. É uma cólica fisiológica", acrescenta.

O parto normal é o desfecho natural de uma gravidez, mas - por mais ultrapassada que pareça - a imagem de uma gestante gritando de dor na hora do parto não sai da cabeça de muitas mulheres. Esse é um dos fatores que ajudam a explicar o alto índice de cesarianas no País, responsável por 26% dos partos, no setor público. O número é ainda maior entre as mulheres que utilizam planos de saúde, 80% - muito além do indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de que as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos.

A situação é tão desfavorável quanto preocupante em Maringá. Dos total de nascimentos no ano passado, 25% vieram ao mundo sem uso de cesarianas. No sistema público de saúde, os índices são melhores: os partos normais somam 49,5%. Entretanto, o índice está muito distante do ideal estabelecido pela OMS. Por isso, e seguindo a recomendação do governo federal, que anunciou normas de incentivo ao parto normal, a Secretaria Municipal de Saúde pretende intensificar as ações para redução dos números de cesarianas.

Segundo Maria Tereza Lopes, assessora de planejamento da secretaria e coordenadora do Grupo de Trabalho Humanizado (GTH), foi lançado um desafio para que os profissionais de hospitais público e privados, além das unidades básicas de saúde, promovam a discussão e apresentem propostas para humanização do parto e elevação dos índices de procedimentos não-cirúrgicos na cidade. "Esperamos formular em dois meses uma estratégia de ação conjunta", menciona Maria Tereza.
Atualmente, a secretaria presta orientação às gestantes sobre as vantagens do parto normal nas 25 unidades básicas de saúde. Há ainda GTHs locais que atendem turmas de gestantes e desenvolvem ações educativas também sobre outros assuntos, como saúde bucal e a importância, bem como prazos da vacinação.

Os grupos de trabalho atuam nos postos de saúde do Jardim Universo, Aclimação, além de Santa Casa, Hospital Municipal, Hospital Universitário e no prédio da Secretaria de Saúde.

Números
►4.089 é o total de bebês nascidos em Maringá em 2007, independentemente do tipo de parto;
►3 mil desse total de nascimentos foram por meio de cirurgia cesariana.

'Quem disse que cesárea não dói?'
Cansativo e doloroso, sim, mas Patrícia Merlin, que ganhou Luiza, há um mês, afirma sem pestanejar que, se pudesse voltar no tempo, não hesitaria em optar pelo parto normal. "Quem disse que a cesárea não dói?", indaga, com propriedade de quem já passou pela experiência. O parto de seu primogênito, Pedro, 4, foi cirúrgico. "Não tem comparação. Eu já caminhava no dia seguinte ao nascimento da Luiza, enquanto não conseguia nem tossir sem sentir incômodo e dor até dois ou três meses após o nascimento do Pedro, por causa da cirurgia", diz Patrícia.

Além da recuperação mais lenta, o ginecologista Waldemar Puzzi Junior, que atende no posto de saúde do Mandacaru e na Santa Casa de Maringá, diz que a gestante submetida a cesariana tem risco maior de morte, infecções e hemorragias. "Quanto mais cesarianas, maior o risco no rompimento de útero, que pode levar à hemorragia interna. Outro problema, não incomum, é a cicatriz da cirurgia provocar uma aderência, que é quando uma estrutura se une a outra", diz.

Para os bebês a situação não é diferente.
O parto antecipado - como ocorre na maioria das cesarianas - pode resultar em problemas respiratórios e internação em UTI neonatal.Vale ressaltar que a cesariana, entretanto, é indicada para todos os casos em que o parto normal represente um risco para o bebê ou para a mãe."O ponto é distinguir quando a cirurgia é realmente indicada. A posição inadequada do bebê e as mulheres que já se submeteram a duas cesarianas, por exemplo, são situações que indicam o parto cirúrgico como o mais seguro", finaliza o médico.

Em Maringá, o grupo Gesta Maringá atua desde 2006 na união de mães que optaram ou que têm dúvidas sobre o parto natural. O endereço eletrônico é: http://www.gestamaringa.blogspot.com/


20/05/08
Bom ou ruim? Com a palavra, as mães.
A dona de casa Sueli Ribeiro do Nascimento, 35, teve seu primeiro filho aos 17 anos de idade. Sueli conta ter tentado o parto normal, mas, segundo ela, o médico disse que não havia dilatação suficiente. Como seu primeiro bebê nascera de parto cesário, a recomendação do médico, na segunda gestação, foi de que repetisse o procedimento.

Na terça-feira da semana passada, Sueli teve mais um bebê por cesariana: Gabriel é o seu terceiro filho. A mãe lamenta ter que se afastar do bebê logo que nasce, já que ele precisa de cuidados devido ao trauma do nascimento e o efeito anestésico, que também atinge o bebê, retardando a amamentação.

Marli Soares Pereira, 29, também passou pela terceira gestação, mas, diferentemente de Sueli, todos os partos foram normais. "Bom por um lado, ruim por outro", diz Marli, se referindo à dor do parto normal em comparação à dor e ao incômodo da recuperação de uma cesariana. Assim que Jhonatan nasceu, foi direto para o colo da mãe, procurando se alimentar

Já a professora Edilaine Renata Crepaldi, 32, que teve sua primeira filha de cesária por "puro despreparo", segundo ela, contrariou as recomendações médicas, reivindicando seu direito de ter a segunda filha, Ana Luiza, que nasceu na última terça-feira em Londrina, de parto normal.

Desde que engravidou, Edilaine sabia que queria o parto da forma mais natural possível. Passou por quatro médicos até encontrar um que aceitou as suas condições para o parto.

"Eu tive contrações durante três dias, mas a dor não é constante, nem insuportável, como dizem, parece uma cólica. Fui para o hospital com três centímetros de dilatação, mas tanto eu quanto o médico pensávamos que iria demorar para nascer, mas quando ela resolveu, não deu tempo de ir para a sala de parto. Minha filha nasceu no quarto. A Patrícia (a doula que a acompanhou ) aparou a neném, colocou nos meu braços e ela já começou a mamar. O cordão umbilical só foi cortado depois que a amamentei", diz a mãe, convencida de que fez o melhor. Para conseguir chegar até o final da gravidez sem ter dúvidas de que conseguiria, Edilaine contou com o auxílio de uma doula.

Suelen Soares Dias, 21, teve Jean na manhã do último dia 14. Seu quarto filho nasceu de parto normal e duas horas depois ela já caminhava pelos corredores do hospital.

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/191931

Três por um: as mulheres ainda preferem a cesariana.

Em Maringá, 75% dos partos são feitos através de cirurgia. No País, índice cai para 43%. Como incentivo, Unimed passa a remunerar melhor os médicos que fizerem parto normalDécadas de campanha de conscientização sobre as vantagens do parto normal parecem não ter convencidos médicos e gestantes no Brasil. Em todo o País, quatro de cada cinco partos são feitos através de cirurgia - índice bem distante dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em Maringá, a situação é um pouquinho apenas melhor: de cada quatro bebês, três nascem por cesariana e apenas um por parto normal.

Dados oficiais mostram que, no ano passado, nasceram em Maringá 4.089 crianças. Destas, 3.054 - ou 75% do total - nasceram através de cesarianas, contra 1.035 partos normais (25%). No sistema público de saúde, os índices melhoram.

Dos 4.089 nascimentos de 2007, 2.051 aconteceram pelo SUS; destes, 50,5% foram por cesarianas. A média nacional, geral, é de 43% de cesárias.

Resumindo: em Maringá, de maneira geral, se faz bem mais cesarianas do que no restante do País.

Afinal, por que a cesariana tem, ainda, tanta preferência das gestantes?
Mesmo se tratando de um processo natural, o parto é tido como um momento de dor insuportável, em contraposição à cesariana, indolor. É, portanto, uma explicação cultural, sujeita a falhas.

"A cesariana é realmente indolor, mas as dores surgem quando o efeito da anestesia passa; afinal, você recebeu um corte na barriga. A dor do parto normal não é constante, não é uma dor de doença, e acaba logo que o bebê nasce", detalha Patrícia Merlin, que, aos 31 anos, está em sua segunda gestação.

Segundo o presidente do Conselho de Análise de Cesarianas do Hospital Universitário (HU), Maurício Chaves, são vários fatores que contribuem para o alto índice de cesáreas, em relação aos partos normais - a começar pela questão cultural. "Temos que lutar muito para mudar a incidência de cesarianas", afirma Chaves. "É um trabalho de conscientização, e o resultado só se tem a longo prazo."

Consciência.
A gerente de Auditoria, Controle e Avaliação da Secretaria Municipal de Saúde, Maria da Penha Marques Sapata, concorda com ele. "Estamos desenvolvendo um trabalho com os hospitais para baixar esse índice, mas a conscientização não é só da gestante e da família, os médicos também têm que se conscientizarem de que o parto normal é o melhor para a mãe e para o bebê", afirma Maria da Penha. Segundo ela, o SUS paga para um médico mais por uma cesária (R$ 545,75) do que por um parto normal (R$ 403,09).

A alternativa que a Unimed Maringá encontrou para reverter essa disparidade foi a de mexer na remuneração dos médicos: desde o início do mês, eles estão ganhando, por um parto normal, o valor de duas cesarianas. "Assim, eles ganham o dobro", enfatiza o presidente da Unimed, Durval Francisco dos Santos Filho.

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/191930

Conheça as vantagens e desvantagens.
Para que não haja problemas tanto para a mãe quanto para o bebê, é importante saber os benefícios e malefícios de cada procedimento e se a incisão cirúrgica é inevitável. "No início, elas chegam no consultório muito confusas, mas, se o médico esclarecer, elas passam a ter uma posição referente ao parto", afirma Maurício Chaves, do Hospital Universitário, acrescentando a necessidade de um pré-natal com qualidade.
A probabilidade da mãe que faz cesária desenvolver problemas hemorrágicos, doença da vesícula biliar e apendicite aguda é muito maior do que nos partos normais, fora o risco de óbito da mãe, problemas com a anestesia e infecção pós-parto, que chegar a ser 40 vezes maior.
Mas nem sempre a cesária é uma vilã. Se o bebê estiver sentado ou com batimentos cardíacos anormais, ela é o procedimento mais adequado para um parto mais seguro.
Em caso de sensibilização do feto pelo fator Rh, e se a mãe tiver insuficiência placentária, eclâmpsia (hipertensão arterial na gestação) ou pré-eclâmpsia, essa também pode ser a melhor opção.

Números.
R$ 83,4 mi é o gasto anual com cesárias desnecessárias no Brasil, segundo o médico Heinz Jakobi.

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/191932

22/07/07
Ministério recomenda que ao menos 65% dos nascimentos sejam partos naturais. Metade dos partos é por cesárea.

A Rede Parto do Princípio, composta por cerca de 250 mulheres em todo o País, denunciou ao MPF (Ministério Público Federal) de São Paulo o aumento de cesarianas em todo o Brasil, por meio de um dossiê que 35 páginas e de mais de 30 estudos científicos. De acordo com Patrícia Merlin, representante da entidade no Paraná, a média do País é de 70% cesárea e 30% parto normal, o que caracteriza a indústria da cesárea.

Em Cascavel, a média tem sido praticamente a metade para cada técnica, acima da recomendação do Ministério da Saúde, de apenas 35% de cesáreas de alto risco e 27% em casos de baixo risco.“Demonstramos ao MP que o parto natural é a melhor saída e que, mesmo assim, existem números abusivos da cesárea. Isso pode ser mudado com novas ações de educação e de informação das mulheres”, explica Patrícia.

Conforme ela, a Promotoria encaminhou um relatório ao Ministério da Saúde, e em paralelo a entidade começou a divulgar os benefícios do parto natural, antes que haja uma decisão de cima para baixo, com o objetivo de reduzir o número de cesarianas.

De acordo com Patrícia, o documento relata o corporativismo dos médicos, a ineficiência da Agência Nacional de Saúde quanto à fiscalização e a regulamentação do setor. Com a ação, o MPF realizou a primeira audiência que reuniu autoridades do Ministério da Saúde, ANS (Agência Nacional de Saúde), Conselho Federal de Medicina, Conselho Regional de Medicina, Associação dos Hospitais Privados, Conselho Federal de Enfermagem, Escola Paulista de Medicina e representantes de planos de saúde.

DADOS
Dados da Secretaria Estadual de Saúde de 2005 apontam que em Cascavel nasceram neste ano 4.304 bebês, sendo 2.220 partos normais, equivalente a 51,6%, e 2.084 por cesárea, 48,4%. Já em Foz do Iguaçu no mesmo ano nasceram 5.261 bebês, sendo 2.614 por parto normal (49,7%) e 2.647 por cesárea, 50,3%.
Em Toledo as cesáreas também foram maiores. Em 2005 nasceram 1.546 crianças, 680 de parto normal (44%) e 866 cesárea (56%). Em Curitiba, o índice de cesáreas foi de 55,8%, relativo ao nascimento de 13.686, e 44,2% normais, relativo a 10.834 crianças.
Neste ano, de janeiro a agosto, em Cascavel o índice está em 60,12% de partos normais, correspondendo a 1.487 nascimentos, e o restante, cesáreas.

DECISÕES
MPF levanta propostas para incentivar o natural.
Em audiência realizada pelo MPF de São Paulo, foram apontados dois pontos essenciais de que o parto natural é melhor para a saúde da mãe e do bebê e que a realidade é alarmante: o Brasil pratica cesarianas em excesso. Diante disso, serão formuladas novas medidas para reverter esse cenário com algumas prioridades, entre elas a promoção de acesso à informação, visando resgatar a visão positiva do parto normal.
Será elaborada uma cartilha oficial direcionada às pacientes, para que seja distribuída pelos médicos e hospitais, esclarecendo os benefícios do parto natural. Em conjunto será desencadeada uma campanha nos meios de comunicação com o Ministério da Saúde.
Outra proposta é que sejam certificados hospitais para que realizem partos naturais e assegurar que enfermeiros obstetras possam ser responsáveis por esses procedimentos. Será solicitado ao Conselho Federal de Medicina que inclua em seu Código de Ética uma regulação específica para indicações de cesáreas.
Também será articulada a criação de mais casas de parto no País anexas aos hospitais. Outra medida é maior investimento na revisão da formação dos médicos via Ministério da Educação, orientando os futuros profissionais sobre a importância do parto natural.

O MPF propõe que seja ampliada a capacitação de médicos na assistência ao parto, com base nas evidências científicas e a viabilização de uma melhor remuneração ao parto normal, estabelecendo um teto para o pagamento de cesáreas e a vinculação financeira a proporção parto natural e cesáreas com a publicação das porcentagens dos dois procedimentos.“O próximo passo é sentar para negociar com as partes, para que seja firmado um documento para que melhore o atendimento ao parto no País”, disse Patrícia Merlin, representante da PP no Paraná que participa da campanha.
O Ministério da Saúde implantou o programa Parto Humanizado, que tem como objetivo incentivar o parto normal. O órgão preconiza 35% de cesáreas em situações de alto risco e 27% em baixo risco.

PROFISSIONAL
Fator psicológico influencia na decisão
O ginecologista e obstetra Marcos Tomasetto, que responde pela chefia da 10ª Regional de Saúde, diz que o parto normal é a melhor saída, até porque a criança nasce no momento certo. Ele explica que cerca de 90% das mulheres que chegam para a primeira consulta dizem que querem fazer cesárea e que os profissionais, durante o período de gestação, é que vão explicando os benefícios do parto normal.
Ocorre que quando a paciente faz o parto pelo SUS (Sistema Único de Saúde), na maioria das vezes é atendida pelo médico que está de plantão no hospital, que, em geral, não é o mesmo que a atendeu durante toda a gestação. Outro problema no atendimento pelo serviço é a superlotação da maternidade.
Tomasetto ressalta que há alguns anos dois hospitais de Cascavel eram conveniados ao SUS, a Policlínica e o HU (Hospital Universitário), atendendo a uma média de 320 partos por mês. Só que hoje apenas o HU mantém o atendimento público.
Antes, com o auxílio da Policlínica, o HU tinha nove leitos de pré-parto, mas, com a demanda, apertou e colocou mais camas, somando 14 leitos atualmente. “Dobrou a quantidade, mas não o espaço”, observa Tomasetto. Segundo ele, outro fator importante é que, como o espaço é pequeno, quando uma das gestantes entra em serviço de parto afeta psicologicamente as outras, e que, nesse processo, algumas mães optam pela cesárea.
Tomasetto descreve ainda que até para o profissional o parto normal é muito mais tranqüilo, já que necessita de uma equipe menor. A equipe médica para a cesárea exige três profissionais e no parto normal, apenas o médico. “O valor do procedimento não influencia o médico, até porque ninguém trabalha pensando apenas no dinheiro, mas no bem-estar dos pacientes”.
Pelo SUS, o valor do parto normal pago é de R$ 319,75 e à cesárea, R$ 443,68.

ACOMPANHAMENTO
Sobre a Lei Federal 11.108/2005, que propõe que a gestante tenha o acompanhamento de uma pessoa no hospital, o médico disse que em Cascavel pelo SUS isso não é viável, já que o espaço está escasso. Além disso, ele observa que nas salas pré-parto as mulheres usam apenas uma camisola aberta e para que fosse liberado acompanhamento os leitos teriam que ser separados, e ainda levado em consideração o risco de infecção hospitalar. “É uma lei que não atende a nossa realidade e por isso não é cumprida”. Desde o começo do ano até agosto, nasceram 2.360 crianças no HU.

Escolhas
Érica Cristiane dos Santos teve o seu primeiro filho por cesárea não por escolha, mas porque o bebê nasceu prematuro e o procedimento teve de ser feito rapidamente. Mesmo assim, se fosse para escolher, ela preferia essa técnica, devido à tranqüilidade no procedimento. Segundo ela, o seu médico não fez questão de enfatizar qual a melhor maneira de ter um filho, mas que isso não importaria, porque a sua opinião já está formada.

Grávida do seu segundo filho, Neuza Fátima Rodrigues optou pelo parto normal, já que também teve o primeiro filho por esse procedimento. Ela explicou que existe mesmo a dor de se ter um bebê, mas que os benefícios compensam, principalmente pela recuperação, que é muito mais rápida. “A minha médica sempre disse: ‘Quer sair pulando depois do parto? Faça normal’, e concordo com ela”.

Fonte: http://www.jhoje.com.br/21102007/local.php


19/09/07
Entrevistra pra revista Megafone, do Cesumar.

Maringá é uma das poucas cidades do Brasil em que as mães podem contar com a ajuda das doulas. É assim que são chamadas as mulheres que dão assistência psicológica à mãe durante e após o trabalho de parto.
O objetivo é garantir conforto emocional, deixando a mulher mais segura. “Durante o parto, a mulher fica muito sensível e precisa de alguém para estar ao lado dela”, diz Shirley Caramaschi, uma das duas doulas que atuam em Maringá.

A palavra doula é de origem grega e significa “mulher que serve”. Antigamente, o trabalho de parto era feito em um ambiente familiar e acompanhado por mulheres experientes que ficavam responsáveis por cuidar da casa e dos outros filhos da parturiente.
A partir do momento em que o parto sai da esfera familiar e migra para a médica, as mulheres perderam o contato com as mais experientes que auxiliavam no bem estar da mãe. O papel da doula é justamente garantir apoio físico e emocional às mães, algo além do que é oferecido nos centros cirúrgicos.

Uma das vantagens de se ter uma doula por perto diz respeito à humanização do parto. “É preciso lembrar que o medo do parto não é infundado. Ele é cultural. Todos conhecem pessoas que falam barbaridades sobre a dor do parto, sobre passar o trabalho de parto sozinha e assustada, sobre parir com uma equipe médica que não te trata com respeito. Não é este tipo de parto normal que o movimento de humanização defende”, alerta Patrícia Merlin, que trabalha voluntariamente como doula, na Santa Casa de Maringá.

Para ser uma doula não é preciso ter formação específica na área da saúde. Segundo Patrícia Merlin, qualquer mulher que já passou pela experiência do parto, ou que simplesmente tenha vontade de ajudar alguém no trabalho de parto, transformando a experiência em algo positivo, pode ser uma doula. “O fundamental na atitude da doula é acreditar na capacidade feminina de parir e incentivar a mulher durante o processo, com palavras e atitudes positivas”, afirma Merlin.


27/08/07
Matéria no "O Diário" de Maringá.

Um anjo na sala de parto
Juliana Fontanella

Uma mãe em trabalho de parto busca uma referência, uma mão amiga entre rostos estranhos e máscaras. Ao lado dela, alguém sorri e sussurra que tudo vai terminar bem. Essa atenção permite à mãe conseguir relaxar, renovar forças e, pouco depois, estar com o bebê nos braços.

A presença entre as enfermeiras e os médicos é uma "doula", uma mulher que dá suporte físico e emocional à futura mamãe antes, durante e após o parto. O atendimento consiste em promover um ambiente tranqüilo e buscar todo o conforto possível para a mulher que deseja ter o bebê em parto normal. Diferente dos profissionais da saúde, as doulas não interferem no processo; elas estão ali como acompanhantes das mães."A primeira barreira é vencida com informação.

Consciente, a mãe entende o que está acontecendo e deixa acontecer. O momento é mágico", enfatiza a doula Patrícia Merlin. Ela se interessou pelo assunto quando estava grávida da filho, hoje com 3 anos, e se tornou uma multiplicadora.

Patrícia acredita que muitas mulheres em condições de parir naturalmente pedem a cesárea por falta de conhecimento aliada ao medo do desconhecido. "O parto normal de uma mulher raramente sangra e a dor aguda tem intervalos. O restante é um processo gradativo entre contrações e descanso", acrescenta.
Para a doula Shirley Caramaschi, técnica em enfermagem, o serviço é uma missão para toda a vida. Ela diz que a beleza do nascimento é uma experiência inesquecível também para quem faz a assistência e mais ainda quando a mãe consegue amamentar o bebê em seguida. "O parto acontece naturalmente, basta que a mãe seja preparada emocional e fisicamente. Nós estamos ali para auxiliá-la", explica a doula.

As duas acreditam que a maior parte das mulheres que optam pela cesárea desconhecem a força em si mesmas ou não são capazes de se impor na hora da escolha. "Uma gestante na 34ª semana veio me dizer que o médico não havia dito nada sobre o parto e que ela não estava à vontade para perguntar. É por isso que uma mulher saudável se torna refém da opinião do médico, quando deveria ter a última palavra sobre si mesma e o bebê", lembra Patrícia.


19/06/06
Entrevista para a Folha de Londrina.
http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=18948&dt=20060619
Clique no link para ler a matéria.

Encontros.

Tudo o que aconteceu nos nossos encontros, você fica sabendo aqui!

* * * * *
08/10/09
Tema - Video Documentário "Mulheres Brasileiras rejeitam Obstetrícia Tradicional".
O tema de hoje foi trocado devido ao não comparecimento de gestantes.
Contamos com a participação da Juliana, estudante de enfermagem e interessada em conhecer mais sobre humanização para a realização do TCC e da Adriana, que está tentando engravidar.
Assistimos ao filme e falamos um pouco sobre a realidade local.

Esquecemos de tirar fotos!

10/09/09
Tema "O que é Humanização?"
No encontro de hoje falamos sobre como trabalha o sistema obstétrico brasileiro e enfatizamos a importância da 'personalização' do atendimento na área da saúde. Contamos com os depoimentos das participantes e todos serviram para ilustrar essa diferença.
O grupo contou com a participação de 3 novas gestantes e uma simpatizante da causa, além das coordenadoras Pata e Renata e da Eliz.
Lucinéia, por ser a gestante em idade gestacional mais avançada, ganhou nosso brinde: um par de conchas para amamentação Save Milk. 


Pata, Luciana, Lucinéia, Patricia, Valéria, Eliz e Renata tirando a foto.


06/08/09
O encontro de hoje tinha como tema "O que é Humanização?", mas devido aos alardes sobre a gripe A, muitas pessoas que confirmaram presença, não compareceram.
Aproveitamos então para nos apresentar, falar um pouco da experiência pessoal de cada uma com o parto e a amamentação.


As presentes eram tentantes que puderam ouvir o depoimento das 'veteranas' Pata e Renata sobre seus partos.
Como sempre, falamos e aprendemos muito.

O tema deste encontro fica pro próximo, então...
beijos
Pata





10/11/2007
Encontro em Londrina.
Casa da Kelly.
Kelly e Caio na barriga, Flávia e Carol na barriga, eu e Luiza na barriga, Edi e Ana Luisa na barriga.





25/10/2007
Encontro na casa da Renata.
Eu e Pedro, Thais e Matheus, Fernanda, Renata e Miguel.



01/05/07
Encontro em Maringá.
Casa da Juliana.

Juliana e Ádria, eu, Léia e Sarah.




03/12/06
Encontro em Londrina.
Churrasco na casa da Emma.
Quem foi?
Eu, Pedro, Caco e minha mãe, Marisse, Marina e Marcos, Karen,
Léo na barriga e Rafael, Júlia e Isadora.


30/09/06
2º Encontro do Grupo Gesta Maringá, em Londrina.
Eu, Emma e Karen fofocamos um monte, babamos no Loup e eu nem quero saber por que as outras não foram... humpf!
Brincadeira! Uma pena mesmo... Teria sido divertida a reunião dos babies do grupo!



15/07/06
Encontro de gestantes - Londrina - PR

Casa da Karen.

Karen, Juli, Carol, Emma, Marisse, Renata, eu, Karla.


29/04/06
Nasceu hoje o Grupo Gesta Maringá.
Começou com um encontro modesto entre eu e três gestantes e segue como um grupo virtual.
É uma lista de discussão sobre gravidez, parto e amamentação, destinada às famílias de Maringá e região.
Para entrar no grupo, clique aqui.